quem somos

a CDN

A CDN é uma agência completa de Comunicação e Relações Públicas focada na construção e fortalecimento da imagem e da reputação de seus clientes – ativos intangíveis de grande valor para empresas, entidades e instituições inseridas em um mundo cada vez mais competitivo e de alta exposição.

A atuação da CDN segue objetivos claros: oferecer excelência no atendimento, entregar o melhor resultado ao cliente, inovar e crescer de forma contínua e sustentável.

Equipe talentosa, criativa e inovadora, aporte de visão estratégica; conhecimento dos públicos com os quais se relacionam os clientes; desenvolvimento de soluções de comunicação nos ambientes off-line e digital; oferta de um amplo portfólio de produtos e serviços – estes são os fatores que se somam e interagem para qualificar o nosso trabalho no Brasil e no exterior.

A CDN acumula experiência para atender clientes nacionais e internacionais, da iniciativa privada ou do setor público, que atuam nos mais diversos setores, sejam quais forem seus desafios de imagem. Pioneira no processo de internacionalização, a CDN International, com sede em Washington, D.C., é a primeira subsidiária internacional de uma agência brasileira de comunicação e relações públicas.

Fundada em 1987, a agência integra o Grupo ABC, um dos principais grupos de Comunicação e Marketing do mundo e o maior do Brasil

Comunicação constrói credibilidade

Conectada pela tecnologia e pela velocidade dos meios, a sociedade contemporânea apresenta demandas que representam desafios para empresas, organizações, entidades e governos: ela cobra, admira e apoia quem se conduz com ética e transparência. Neste contexto, a coerência entre o discurso e a atitude é capital imprescindível para a conquista da credibilidade e para o processo contínuo da construção da reputação – área do saber de domínio da CDN.

Credibilidade é diferencial competitivo

Hoje é comum que decisões – pela compra de um produto ou um determinado investimento ou mesmo pela utilização de serviços de qualquer natureza – sejam impactadas por fatores como a percepção de valor de uma marca e de sua contribuição para a sociedade. Credibilidade faz toda diferença na tomada de decisão e a comunicação gerencia as relações com os stakeholders, favorecendo a correta percepção de valor dos ativos intangíveis.

Equipe competente no centro do negócio

As pessoas estão no centro do nosso negócio. Da experiência, talento e competência dos profissionais dependem o acerto do diagnóstico, a inteligência da estratégia, a qualidade da execução e a precisão na análise constante dos resultados. A equipe da CDN conta com mais de 400 profissionais de diferentes perfis e formações: Jornalismo, Relações Públicas, Sociologia, Publicidade, Design, História, Fotografia, Economia, Advocacia, Administração de Empresas, entre outros. A diversidade do nosso time enriquece os projetos e confere uma dinâmica especial ao atendimento. A eficácia da comunicação está diretamente ligada à competência dos profissionais da agência.

Competência gera resultados

A comunicação eficiente gera resultados em vários aspectos: na valoração de mercado da empresa; na capacidade para atrair investimentos; na admiração do consumidor, do cliente e do cidadão; e na autoestima dos colaboradores.
Iniciativas estruturadas de comunicação promovem transparência da governança; relações positivas com investidores; aproximação com as comunidades e o reconhecimento das dimensões da sustentabilidade. Transferem valor e atributos da marca para produtos e serviços, tornando-os mais competitivos e desejados. Em outras frentes, viabilizam o reconhecimento da eficácia na gestão pública e das promessas cumpridas, criando um ambiente favorável à manutenção de apoios e à conquista de novos aliados.

liderança

Presidência

João Rodarte

Fundador e presidente da CDN, é jornalista formado pela ECA-USP. Foi diretor da Secretaria de Comunicação e da Secretaria de Cultura de São Paulo no governo Franco Montoro e chefiou a assessoria do senador Fernando Henrique Cardoso, de 1984 a 1987. Foi fundador, primeiro presidente e membro do Conselho da Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação. É, também, membro do Conselho Consultivo da Aberje – Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.

Andrew Greenlees

Vice-presidente e membro do Conselho da CDN, atua na supervisão e no planejamento estratégico das contas de Consultoria de Comunicação. Foi editor de política e correspondente da Folha de S. Paulo em Washington (EUA). Trabalhou em assessoria de comunicação na Câmara dos Deputados e na Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. Foi jurado na categoria Relações Públicas do Festival de Cannes e vice-presidente da Abracom – Associação Brasileira das Agências de Comunicação.

Yara Peres

Vice-presidente e membro do Conselho da CDN, é responsável pela supervisão de contas e pela área de Treinamento da CDN. Formada em Jornalismo e Publicidade, chefiou a redação da Rádio Canadá Internacional, em Montreal, atuou em revistas da Editora Abril, produziu e dirigiu programas jornalísticos de rádio e TV. Consultora de Comunicação, é autora de um dos capítulos do livro Comunicação Interna – A força das empresas – Volume 2 (2005), da ABERJE.

Cláudio Pereira

Vice-presidente e membro do Conselho da CDN, é consultor em Finanças, Administração e Gestão, estrategista das áreas de Comunicação e Publicidade e empreendedor de projetos para a televisão.

Fernando Pesciotta

Vice-presidente da CDN na área de Análise e Pesquisa, integrou a equipe de criação do Índice de Qualidade de Exposição na Mídia (IQEM) e do índice de Qualidade de Exposição nas Mídias Sociais (IQEMs). Foi repórter, chefe de reportagem e subeditor de Economia do jornal O Estado de S. Paulo e integrou a equipe do noticiário econômico do Jornal da Globo, da TV Globo.

Inácio Muzzi

Vice-presidente, dirige o escritório da CDN em Brasília desde 2001. Coordenou a comunicação social dos Ministérios de Desenvolvimento e do Planejamento. Dirigiu a comunicação dos programas Brasil em Ação, Avança Brasil e Alvorada além de atuar na assessoria de comunicação na Câmara dos Deputados. Formado em Jornalismo pela PUC-Minas, por 18 anos trabalhou em jornais e revistas atuando nas redações de veículos como Folha de S. Paulo (Painel), O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil, O Globo, Estado de Minas e revistas IstoÉ e IstoÉ/Senhor.

Jô Ristow

Vice-presidente nas áreas de Consultoria de Comunicação, Planejamento Estratégico e Gestão de Crises, faz parte dos quadros da agência desde 1996. Entre os clientes atendidos estão empresas nacionais e multinacionais, além de entidades setoriais e organizações não governamentais, como Grupo Segurador BB Mapfre, Cutrale, Grupo Globo, Pfizer, Warner Bros, Tigre, Tetra Pak, Instituto Akatu, Instituto Ayrton Senna, ThyssenKrupp, Anglo American, Eletrobrás Furnas, Kellogg’s, TripAdvisor e Marriott, entre outras. Jornalista formada pela UFSC, atuou na Folha da Tarde, no Jornal da Tarde e na revista Visão. Foi editora-assistente do Brasil em Foco, banco de dados sobre o País, uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores com patrocínio do PNUD/ONU. Colaborou com o jornal Folha de S.Paulo e com revistas da Editora Abril.

Luiz Antonio Flecha de Lima

Vice-Presidente e Membro do Conselho da CDN, Luiz Antônio é responsável pela formulação e revisão de estratégias, seja no campo político, econômico ou social, no escopo do atendimento aos clientes de Relações Governamentais da agência. Há treze anos atua no relacionamento estratégico de empresas privadas junto a entidades representativas da sociedade civil e aos Poderes Executivo e Legislativo, reforçando a importância do diálogo público-privado. Ele é formado em Administração de Empresas pela Fundação Armando Álvares Penteado.

Renato Nunes Ganhito

Gestor da Área de Negócios do Grupo CDN, tem mais de 20 anos de experiência no setor de comunicação corporativa. Está na CDN desde 1996, onde tem a responsabilidade pelo gerenciamento dos processos comerciais, desenvolvimento de negócios e processos de licitação de concorrências em instituições públicas. Na CDN coordenou inúmeros projetos de PR em várias áreas, com destaque para a coordenação das Campanhas Coração de Mulher e Sexo Seguro na Vida Adulta para a Pfizer; Cidade de Vitória 450 Anos patrocinado pelo Carrefour; Odebrecht 60 Anos; Congresso Sustentável 2007 e 2009 para o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável e a 68ª. Edição da Assembleia da Sociedade Interamericana de Imprensa em 2012.

Diretoria

Affonso Prado

Diretor Administrativo da unidade da CDN em Brasília e membro do Departamento Jurídico da agência. É contador e advogado especializado em Direito Tributário. Exerceu por 25 anos a função de Diretor Administrativo e Financeiro da Intervídeo Comunicações, produtora de vídeos e filmes institucionais, responsável pela execução financeira de diversas campanhas e pela produção de filmes de curta e longa metragem brasileiros, além de prestar consultoria nas áreas societária e de negócios. É pós-graduado em Engenharia Econômica e Financeira pela Universidade Federal Fluminense – UFF/RJ e em Direito Tributário pela Escola Superior de Advocacia – ESA/RJ.

Alexandre Pinheiro

Diretor e sócio da CDN International em Washington (EUA), desde 2010. É responsável pela supervisão do atendimento no exterior à Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR) e pelo o atendimento dos clientes CDN no mercado norte-americano, já tendo realizado trabalhos para a Braskem, Sabesp, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Governo de Minas Gerais e Instituto FHC. Foi Assessor Especial de Imprensa da Presidência do Banco Central entre 2005 e 2008 e atuou na imprensa brasileira e internacional, em veículos como Gazeta Mercantil, The Wall Street Journal e Bloomberg. Mestre em Comunicação pela London School of Economics and Political Science (LSE) e formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília.

Ana Cássia Hennrich

Jornalista formada pela PUC-RS, com especialização em marketing e comunicação empresarial. Durante 22 anos, exerceu diversas atividades no Grupo RBS. Participou da criação e da apresentação dos programas “Multimídia”, da TV COM, e “Sala de Reação” e Marketing e Negócios”, na CDB-Porto Alegre. Foi professora da Famecos-PUCRS e na ESPM-Sul. Atualmente, dirige a CDN Sul.

Carlos Muanis

Diretor da CDN Relações Governamentais e sociólogo formado pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Trabalhou como coordenador político das Secretarias de Estado do Governo de São Paulo e da Prefeitura do Município de São Paulo. Foi assessor especial do vice-governador de São Paulo, no Palácio dos Bandeirantes.  Em Brasília, foi assessor parlamentar da Câmara dos Deputados, além de secretário parlamentar da Associação Nacional de Jornais, ANJ.

Catia Bandeira

Jornalista forma pela UFSM/RS, com MBA em Jornalismo com ênfase em Gestão e Novas Mídias na ESPM-Sul. Atuou durante 15 anos em mídia impressa, 13 dos quais na editoria de esportes do jornal Zero Hora. Desde janeiro de 2004, passou a se dedicar à comunicação corporativa. Atualmente, dirige a CDN Sul.

Elisabete Junqueira

Diretora de Negócios e Projetos Especiais da CDN Comunicação. Publicitária e administradora de empresas formada pela UFBA. Atuou em diretorias de publicidade de jornais Gazeta Mercantil e Valor Econômico, no departamento de marketing do Banco Econômico, além de ter implementado a sucursal da Gazeta Mercantil na Argentina. Na CDN, desenvolveu importantes trabalhos de Relações Públicas para os clientes Grupo Odebrecht, Pfizer, Grupo Martins, Whirlpool, Sony, Braskem, CEBDS, Rafale International, entre outros.

Fábio Santos

Diretor Geral da CDN e responsável pela gestão dos clientes da área pública, Fábio Santos é jornalista com mais de 20 anos de carreira. Formado em Jornalismo (ECA USP), com especialização em Ciência Política (FFLCH-USP) e MBA em Gestão Empresarial (FGV), Fábio lançou e dirigiu por seis anos o Destak, o primeiro jornal gratuito de grande circulação do país. Foi também editor da revista e do site Primeira Leitura e editor-executivo da revista República, repórter de política de O Globo e desempenhou diversas funções na empresa Folha da Manhã S.A., que edita os jornais Folha de São Paulo e Agora São Paulo.

Lúcia Caetano

Diretora geral da área de Relações Corporativas de São Paulo, é graduada em jornalismo pela ECA USP e tem mestrado em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Com mais de vinte anos de atuação área de Comunicação Corporativa, na CDN, responde atualmente por clientes como UNICA, LIDE, Anglo American, Tigre, entre outros. Foi coordenadora de Comunicação Social e assessora de imprensa da Associação Comercial de São Paulo, assessora de imprensa do Museu Lasar Segall (Fundação Nacional Pró-Memória) e da Pinacoteca do Estado (SP). Foi repórter de Economia do Diário do Comércio, repórter especial para o Mercosul da revista Téchne e atuou em programas de agro negócios da TV Bandeirantes como repórter, pauteira e editora de Economia e Agricultura.

Marcelo Madureira

Diretor Administrativo Financeiro da CDN, atua no setor de Comunicação Corporativa há 15 anos. Acumula mais de 20 anos de experiência em implantação de projetos de grande porte e sistemas de gestão. Foi Secretário de Desenvolvimento no Ministério dos Transportes e diretor da extinta FAE – Fundação de Assistência ao Estudante (órgão vinculado ao MEC). É formado em Engenharia Civil pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e pós-graduado em Gestão de Orçamentos Públicos pela UNB.

Milton Abrucio Junior

Diretor geral da Unidade de Negócios da CDN que atende a Organização Odebrecht e suas empresas, é jornalista e profissional de comunicação corporativa. Atuou por 16 anos como repórter e editor de alguns dos principais jornais e revistas brasileiros, como Folha de S.Paulo, VEJA, Época, IstoÉ, Jornal do Brasil, Jornal da Tarde, PLACAR e Quatro Rodas. Depois disso, atuou em agências de comunicação e foi, nos últimos onze anos, superintendente de Comunicação Corporativa do Grupo Telefônica e suas empresas no Brasil.

Diretores-Executivos

Ana Maria Machado

Formada em Relações Públicas pela FAAP, tem larga experiência em planejamento, gerenciamento de crises, relações com a mídia, treinamento de porta-vozes, comunicação interna e organização de eventos. Na CDN há 12 anos, atuou no atendimento a clientes de diversos portes e áreas de atuação, como The Elders e WISE (World Innovation Summit for Education), da Fundação Qatar. Atualmente, é diretora executiva e responsável pelo atendimento às empresas Aperam, Companhia Siderúrgica do Pecém, Petros, Zetra, Paineiras Corcovado, entre outros.

Carlos Cristo

Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo e pós-graduado em Planejamento Urbano pela Universidade Católica de Louvain – Bélgica, atuou como Professor Convidado na Escola Nacional de Administração Pública, Professor Honorário na Universidade Ricardo Palma, Lima, Peru e membro do Conselho de Administração da Associação de Engenharia Automotiva – AEA, 2009 a 2011. Foi também Chefe de Gabinete da Secretaria de Inovação do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, de 1999 a 2011; Diretor na Secretaria da Reforma do Estado do Ministério da Administração Federal e Reforma do Estado, de 1995 a 1998; e responsável por programas de inteligência competitiva e de energias renováveis. Liderou o Programa de Apoio à Internacionalização de Pequenas e Médias Empresas – PAIIPME, considerado o maior programa de cooperação entre Brasil e União Europeia, de 2003 a 2011. É diretor da área de Relações Governamentais em Brasília.

Carlos Gil

Pós-graduado em Relações Públicas pela ECA-USP e jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo, está na CDN desde 2001. Liderou o atendimento em relações com a mídia e PR para clientes como Nestlé, 3M do Brasil, Brookfield Brasil, Consórcio RAFALE International e Habib’s. Atualmente, lidera o atendimento às empresas Grupo Globo, Grendene, Thales Group, ThyssenKrupp, Kellogg’s, Ducati, Santo Antônio Energia.

Claudio Tourinho

Formado em Jornalismo, Rádio, TV e Cinema pela Universidade de Brasília, foi repórter do Correio Braziliense, colunista, chefe de reportagem e editor executivo do Jornal de Brasília, chefe de reportagem da equipe nacional e local da TV Record em Brasília, assessor de imprensa na Câmara Legislativa do Distrito Federal, assessor de imprensa do Ministério do Esporte e Turismo e integrou a equipe de jornalismo da campanha presidencial de Fernando Henrique Cardoso (1998). Está na CDN desde 1999, tendo coordenado o atendimento a clientes públicos e privados, especialmente nas áreas de relações com a mídia, comunicação interna, treinamento e relações institucionais. Especializou-se em acompanhamento de temas de interesse dos clientes no Congresso Nacional e nas áreas de regulação e concorrência.

Eliana Aguiar

Graduada em Relações Públicas pela Universidade Metodista de São Paulo, Eliana participou de cursos de especialização em Comunicação Corporativa pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e Comunicação com Empregados, pela Faculdade Cásper Líbero. Com mais de 20 anos de carreira desenvolvida na área de comunicação e assessoria de imprensa, iniciou na CDN em 2006 e atualmente é lidera o atendimento aos clientes Anglo American, LIDE, HapVida.

Eloisa Almeida

É jornalista formada pela Universidade Metodista de Piracicaba (SP) e está na CDN desde 2001. Iniciou a carreira em 1975, como repórter do Jornal de Piracicaba e depois de passar pela imprensa de Campinas (SP) ingressou no mercado paulistano em 1982, onde está até hoje. Foi editora (de 1987 a 2001) de Economia Internacional, no DCI, e de Internacional, Economia e Cidades no então Diário Popular, hoje Diário de S.Paulo. No Estado de S.Paulo, foi produtora da editoria Internacional. Tem trabalhos publicados em diversos jornais e revistas setoriais. Atuou como coordenadora de análise junto a clientes como Banco do Brasil, BNDES, Telefônica, Whirlpool, entre outros. É diretora executiva da área de Análise e Pesquisa desde 2009.

Eric Paraense

Formado em Jornalismo pelas Faculdades Integradas Alcântara Machado-Fiam, atua no setor de comunicação há 25 anos na área de comunicação, atendendo a empresas e entidades como Whirlpool, Klabin, Amcham e Microsoft. Ingressou na CDN em 2011. Atualmente, lidera o atendimento aos clientes Grupo BB e Mapfre, Braskem, Grupo Mapfre.

Fernanda Dantas

Formada em Jornalismo pela Universidade São Marcos, tem 11 anos de experiência em Comunicação Corporativa e redação. Passou por empresas multinacionais e editoras, como Paulinas e Caras. Especialista em Comunicação Digital, desenvolveu grandes projetos nessa área para marcas como Vichy, Innéov, Instituto Ayrton Senna, Secretaria de Energia, Tetra Pak, Facebook, entre outros. Na CDN responde pela direção do CDN.lab, núcleo de inteligência e excelência em comunicação digital que apoia todos os atendimento na CDN.

Juliano Nóbrega

Diretor-executivo de Contas Públicas, é formado em jornalismo pela PUC-SP. Passou pelo Jornal da Tarde e participou do lançamento do Agora São Paulo, onde foi repórter e editor por quatro anos. Atuou por dez anos na Comunicação do Governo de São Paulo, ocupando o cargo de Coordenador de Imprensa entre 2011 e 2014. Está na CDN desde janeiro de 2015.

Jussara Leal

Responsável por clientes como Warner Bros, TripAdvisor, Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, Fundação Bunge, Instituto Ayrton Senna. Formada em Jornalismo pela Universidade Federal do Pará – UFPA, está na CDN desde 1999. Sua trajetória profissional inclui passagens por veículos como TV Bandeirantes de São Paulo, Editora Fractal, TV Cultura do Pará, rádio Jovem Pan de Belém e TV RBA – afiliada da Rede Bandeirantes em Belém (PA).

Ludmilla Le Maître

Jornalista e Relações Públicas pela Facha, com MBA em Marketing pela COPPE/UFRJ e especialização em Economia pela FGV. Liderou a equipe vencedora do Prêmio Aberje 2009, regional ES e RJ, na categoria Relacionamento com a Imprensa. Há 18 anos atua no mercado de Comunicação, com experiência em comunicação corporativa e redação. Integrou as equipes de comunicação da prefeitura do Rio de Janeiro nos mandatos dos prefeitos Cesar Maia e Luiz Paulo Conde (1994-1999). Há 12 anos integra a equipe CDN, onde já participou do atendimento a clientes como TIM, Via Varejo, ArcelorMittal, Agência Nacional do Petróleo e Biocombustíveis, Petrobras, L´Oréal e Varig, entre outras empresas e instituições. Atualmente lidera o atendimento a Eletrobrás Furnas.

Luiz Henrique Ferreira

Diretor executivo da área Análise e Pesquisa, atua na agência desde 2002. Jornalista formado em 1984 pela PUC-SP, onde também cursou Economia, tem 15 anos de experiência em jornal diário nas editorias de Economia, Política, Geral e Esporte. Foi editor de Política (1995/98) e de Geral (1998/2002) no atual Diário de S.Paulo. Entre os clientes já atendidos estão Grupo ArcelorMittal, Anglo American, TAM, Vale, Ferrous Ressource Brasil, Bamin, Grupo Tigre, Secretaria de Educação de São Paulo, Governo do Estado de São Paulo e Secretaria de Comunicação do Governo Federal.

Paula Didier

Na CDN desde 1998, é graduada pela PUC-SP e tem pós-graduação em Propaganda e Marketing pela ESPM. Atuou na CDN no atendimento a clientes como Redecard, TRIP Linhas Aéreas, Banco Schahin, Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Anbima (Associação Brasileira das Entidades  dos Mercados Financeiro e de Capitais), MasterCard, McDonald´s Brasil, Teka, entre outros. Sua trajetória profissional inclui ainda Peugeot do Brasil, Yashica, Papaiz, Wessel, Associação Brasileira de Anunciantes, Levi’s, Dakota Calçados, Elite Model, Zeneca e Mappin. Atualmente, lidera o atendimento aos clientes Multiplus, Rodobens, Eldorado, Banco Original, BaniF, Tigre e Pfizer.

Renato Miranda

Jornalista formado pela UMC – Universidade de Mogi das Cruzes – com cursos de pós-graduação e extensão Universitária na USP. Atuou como repórter especial e editor em veículos como Diário Popular, Folha da Manhã (NP), Correio Braziliense, Rádio Metropolitana FM, Rádio América (SP) e TV Bandeirantes. Sua trajetória profissional inclui passagens pelas Assessorias de Imprensa do Governo do Estado de São Paulo (gabinete do vice-governador), Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, Ceagesp – Cia de Entrepostos e Armazéns Gerais do Estado de São Paulo. Na CDN desde 2000, é diretor responsável pelo atendimento de contas do Setor Público.

Ricardo Iunes

Formado em Relações Públicas, atua há 11 anos na área de comunicação. Realizou mais de 100 projetos integrados para clientes de diversos perfis e áreas de atuação. Na CDN, coordenou projetos para Pfizer, Grupo Telefônica, Odebrecht, Prefeitura de Vitória, Mckinsey, Phillip Morris, Facebook, 3M e Alstom, entre outras grandes corporações.

Valderez Caetano

Formada em jornalismo pelo Centro Universitário de Brasília (UNICEUB). Jornalista há 35 anos, especializada em jornalismo econômico. Foi repórter do Correio Braziliense (1975), repórter especial da Gazeta Mercantil, Jornal do Brasil e O Globo. Foi produtora, comentarista e entrevistadora da Rede Globo (1989-2001), diretora regional de jornalismo da SBT-TV (2006), chefe do Departamento de Comunicação no Ministério da Saúde (2007-2008) e do Banco Central (2008-2009).

CDN internacional

Pioneira no processo de internacionalização, a CDN International, com sede em Washington, D.C., é a primeira subsidiária internacional de uma agência de comunicação brasileira. Oferece consultoria estrategica e serviços nas áreas de relações com a mídia e relações publicas. Tendo como foco inicial o atendimento da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM/PR) em seu trabalho para fortalecer a imagem do País junto à mídia e formadores de opinião no exterior, a CDN mais uma vez inova, atendendo demandas de clientes nacionais e multinacionais que buscam criar ou fortalecer seu relacionamento com os mercados brasileiro e americano.

Criada em 2010, a empresa vem provando com resultados concretos que investir na oferta de serviços de comunicação no exterior é um bom negócio. Para a CDN, o investimento resultou em maior proximidade e poder de atuação em novos mercados de interesse dos clientes. Para a SECOM-PR, a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Avon, a Braskem e a Sabesp, a presença da CDN nos EUA significou um atendimento personalizado em mercados cuja cultura de comunicação corporativa tem mais diferenças do que semelhanças com o Brasil.

Atendimento sob medida

A CDN International está pronta para oferecer um atendimento sob medida às demandas e necessidades de comunicação de empresas brasileiras no exterior e que exijam, ao mesmo tempo, uma vasta experiência no Brasil e o conhecimento especializado de regiões e mercados estrangeiros. A capacidade de compreender, mediar e atuar em diferentes universos corporativos, sem abrir mão do atendimento brasileiro aos clientes, são os nossos diferenciais.

Modelo de negócios flexível

A flexibilidade do nosso modelo de negócios permite atender demandas pontuais ou oferecer soluções integradas de comunicação, em conjunto com nossos parceiros internacionais. O resultado é uma proposta de trabalho exclusiva, de acordo com a estratégia e o estágio de internacionalização de cada empresa.

prêmios

PRWEEK Global Awards 2015 – SECOM-PR

Categoria Campanha do Ano – Setor Público, para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR). O case “Fora do Campo: o Brasil na Copa do Mundo da FIFA 2014”

Stevie Award 2015 – SECOM-PR

Bronze categoria Setor Público para a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM-PR). Case “Beyond the Pitch: Brazil at the 2014 FIFA World Cup”

Prêmio Top Mega Brasil de Comunicação Corporativa 2015

Agência do ano e Top 10 Região Sudeste

Prêmio Aberje (ES e RJ) 2014 – FURNAS

Categoria “Comunicação e Relacionamento com a Sociedade”. Cliente: Furnas Centrais Elétricas. Case: “Furnas Educa”

Stevie International Business Award 2013 Ouro

Categoria “Reputação / Gerenciamento de Marca”. Cliente: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR). Case: trabalho desenvolvido em parceria com a Fleishman-Hillard recebeu ouro pelas ações desenvolvidas para posicionar o Brasil como referência global em desenvolvimento sustentável e fortalecer as credenciais do País no campo da mudança do clima. O Stevie Awards reconhece os desempenhos excepcionais no mercado global.

Stevie International Business Award 2013 Bronze

Categoria “Campanha de Serviço Público”. Cliente: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR). Case: trabalho desenvolvido em parceria com a Fleishman-Hillard recebeu bronze pelas ações desenvolvidas para posicionar o Brasil como referência global em desenvolvimento sustentável e fortalecer as credenciais do País no campo da mudança do clima. O Stevie Awards reconhece os desempenhos excepcionais no mercado global.

IPRA Golden World Awards 2013

Categoria “Relações com a Mídia”. Cliente: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR). Case: “Fortalecendo a Reputação Global do Brasil como Defensor do Desenvolvimento Sustentável em 2012” conquistou o IPRA Golden World Awards 2013. O trabalho foi desenvolvido em parceria com a Fleishman Hillard. O IPRA é uma premiação do Public Relations Association International e recebe inscrições de programas de relações públicas a nível local, regional, nacional ou internacional.

Prêmio Aberje 2013 – Kinross Mineradora

Categoria “Comunicação e Relacionamento com a Imprensa”. Cliente: Kinross Mineradora. Case: “Empresa Global, Ação Local: Estratégias e Relacionamento com a Imprensa de Paracatu (MG)” conquistou o Prêmio Aberje (Nacional e Regional).

Prêmio Aberje 2013 – Volkswagen do Brasil

Prêmio Aberje São Paulo 2013 Categoria “Comunicação de Programas Voltados à Sustentabilidade Empresarial”. Cliente: Volkswagen do Brasil. Case “Um convite para pensar azul” relata como a Volkswagen sistematizou a comunicação de suas ações de sustentabilidade para fortalecer a marca e, ao mesmo tempo, incentivar a mudança de atitude de seus públicos estratégicos.

Prêmio Aberje (MG e Nacional) 2012 – Kinross Mineradora

Categoria Comunicação e Relacionamento com a Imprensa. Cliente: Kinross Mineradora. Case: “Empresa Global, Ação Local: Estratégias e Relacionamento com a Imprensa de Paracatu (MG)”.

Stevie International Business Award 2011 – SECOM-PR

Categoria Campanha de Comunicação do Ano “Global Issues”. Cliente: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom-PR). Case: trabalho desenvolvido em parceria com a Fleishman-Hillard, realizando uma série de 16 conference calls de autoridades brasileiras com jornalistas e analistas estrangeiros, que atraiu 300 participantes de 20 países. O Stevie é o único programa de premiação internacional abrangente. Empresas de mais de 40 países concorrem em 40 categorias.

Stevie International Business Award 2010 – SECOM-PR

Categoria Campanha de Comunicação do Ano, além de menção honrosa na categoria Reputation/Brand Management. Cliente: Secom-PR. Case: Ações desenvolvidas pela CDN, em parceria com Fleishman-Hillard, que projetaram o Brasil internacionalmente na discussão sobre a mudança de clima durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15).

2010 Golden World Awards for Excellence in PR – SECOM-PR

Concedido pela Associação Internacional de Relações Públicas (IPRA). Categoria Media Relations. Cliente: Secom-PR. Case: ações realizadas durante a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 15).

26º Prêmio Nacional de Opinião Pública (CONRERP/SP)

Categoria Gestão de crises. Case: “Como a crise pode se tornar uma oportunidade de comunicação e as relações públicas uma solução com resultados.”

Prêmio ABERJE (RJ e ES) 2009 – FIRJAN

Categoria Comunicação e Relacionamento com a Imprensa. Cliente: Sistema FIRJAN. Case: “IFDM- Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal”.

Prêmio ABERJE (SP) 2008 – CEBDS

Categoria Eventos Especiais. Cliente: CEBDS. Case: “Congresso Sustentável 2007”.

Prêmio Comunique-se 2007

Categoria Melhor Agência de Comunicação.

Prêmio ABERJE (Nacional) 2007

Categoria Personalidade do Ano em Comunicação Empresarial – João Rodarte, Presidente Grupo CDN.

Prêmio ABERJE (Sul) 2006 – WALMART

Categoria Campanha de Comunicação Integrada. Cliente: Walmart. Case: “Aquisição do Sonae pelo Walmart”.

Prêmio Walmart 2006

Melhor Fornecedor da Área de Assuntos Corporativos.

Prêmio ABERJE (Nordeste) 2006 – MENENDEZ AMERINO

Categoria Eventos Especiais – Cliente: Menendez Amerino. Case: “Villa Carnavalle – O Principado da Alegria”.

Prêmio ABERJE (regional) 2006 – CEBDS

Categoria Eventos Especiais – Cliente: CEBDS. Case: Sustentável 2007.

Caboré 2006

Primeira agência de comunicação corporativa indicada para o Prêmio Caboré.

Prêmio ABERJE (SP) 2006 – ODEBRECHT

Categoria Vídeo de Comunicação Externa. Cliente: Odebrecht. Case: “Odebrecht – Contemporânea do Futuro”.

Prêmio Comunique-se 2005

Melhor Agência de Comunicação.

Prêmio ABANET 2005 – MCDONALD’S

Categoria Portais Empresariais e de Marcas, desenvolvido para o cliente McDonalds.

Prêmio ABERJE (Nacional) 2004 – MCDONALD’S

Categoria Relacionamento com o cliente. Cliente: McDonald’s. Case: “Site Comendo e Aprendendo”.

Prêmio ABERJE (SP) 2003 – BRASKEM

Categoria Assessoria de Imprensa. Cliente: Braskem. Case: “Comunicação para o nascimento de uma empresa”.

Prêmio Comunique-se 2003

Melhor Agência de Comunicação.

Prêmio ABERJE (Centro-Oeste/Leste) 2003 – BID

Categoria Assessoria de Imprensa. Cliente: BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Case: “Divulgação da assembleia do Banco Interamericano de Desenvolvimento”.

Prêmio ABERJE (Nacional) 2003 – BRASKEM

Categoria Assessoria de Imprensa.  Cliente: Braskem. Case: “ Comunicação para o nascimento de uma empresa”.

Prêmio ABERJE (SP) 2002

Categoria Inovação. Cliente: CDN. Case: “Soluções de Análises Estratégicas”.

Prêmio ABERJE (SP) 2002

Categoria Vídeo de Comunicação Interna. Cliente: CDN.  Case: “Por dentro da Imprensa”.

Prêmio ABERJE (MG) 2002 – GRUPO ALGAR

Categoria Intranet. Cliente: Grupo Algar. Case: “Intranet do Grupo Algar”.

ABANET / MSN Prêmio Brasil 2002 – MCDONALD’S
Hot Site para a campanha McDonald´s: “Copa do Mundo de Sabores”.

Mestres do Jornalismo

Título conferido pelo portal Comunique-se como agência Membro da Galeria Mestres do Jornalismo, por ter sido eleita melhor Agência de Comunicação nos anos de 2003, 2005 e 2007.

Prêmio ABERJE (Nacional) 2002

Categoria Vídeo de Comunicação Interna “Por dentro da Imprensa”. Cliente: desenvolvido para a CDN.

Prêmio ABERJE (Nacional e SP) 2001 – PFIZER

Categoria Cidadania Empresarial. Cliente: Pfizer. Case: Parceria Pfizer Fundo Social de Solidariedade”.

Prêmio iBest 2000 – ALFABETIZAÇÃO SOLIDÁRIA

Categoria Ações Sociais. Cliente: Alfabetização Solidária. Case: “Melhor website do Brasil na categoria Ações Sociais”.

Principais prêmios de design de 1999

New York Festivals, Canadian Design Festival, Printing Industries of America,  Los Angeles Design Festival, Revista Latin Finance, Bolsa de Valores de Nova York.

Prêmio ABERJE (Nordeste) 1999 – CHOCOLATES GAROTO

Categoria Assessoria de Imprensa. Cliente: Chocolates Garoto. Case: “Denúncia de contaminação em Aracaju”.

Prêmio ABERJE (SP) 1999 – PFIZER

Categoria Assessoria de Imprensa. Cliente: Pfizer. Case: “Lançamento do Viagra”.

Código de Conduta

A) Apresentação
B) Aplicação do Código
C) Nosso jeito de agir: o que é certo, é certo!
1. No ambiente de trabalho e fora dele
2. Com nossos clientes
3. Com parceiros
4. Com a comunidade, associações de classe e país
5. Com o meio ambiente
6. Contabilidade e auditoria
7. Práticas não aceitáveis
D) Gestão do Código
1. Gestão
2. Dúvidas e reportes
3. Investigações de descumprimento
4. Alterações e modificações

Código de Conduta

A. Apresentação

A CDN Comunicação Corporativa Ltda. é uma empresa de comunicação com atuação nacional e internacional. Diante disso, surgiu a necessidade de organizar um Código de Conduta (“Código”) inspirado nos nossos valores, nas nossas políticas e na nossa visão. Este Código busca garantir a unicidade de comportamentos que são esperados por todos os nossos colaboradores.

O Código de Conduta é um compromisso de responsabilidade para com nossos colaboradores, clientes, parceiros, comunidade e o Brasil. Com este documento direcionamos os nossos colaboradores para adotarem uma postura ética, responsável, transparente e de respeito para com todos aqueles com os quais nos relacionamos em nosso negócio.

Este documento pode não abordar todas as situações possíveis do dia a dia, mas define parâmetros claros que devem orientar a conduta no ambiente organizacional e fora dele.

Um pequeno deslize pode tomar proporções globais e um comportamento inadequado pode trazer consequências profundas para o nosso negócio. Para alcançarmos o nosso sonho grande, precisamos estar à frente em nossa maneira de pensar e agir, pois, tão importante quanto o que fazemos, é como fazemos e com quem fazemos.

Por isso, faz-se necessário o cumprimento deste Código por todos aqueles que são ligados à CDN. Que ele funcione como uma referência e guia para as questões do dia a dia de trabalho e reflitam o nosso jeito de ser.

É dever de cada colaborador ler este Código, compreender suas obrigações e cumprir as diretrizes aqui previstas. O desconhecimento das obrigações previstas neste Código não exime o colaborador de responsabilidade e de possíveis punições em caso de descumprimento.

B. Aplicação do Código

Este Código de Conduta se aplica a todos os colaboradores da CDN, em todos os níveis. Em caso de a lei brasileira ou outras políticas específicas da CDN estabelecer obrigações e deveres mais amplos do que este Código, a lei ou a política deverá ser respeitada. Por outro lado, quando a lei ou outras políticas específicas da CDN estabelecerem obrigações e deveres menos amplos do que este Código, os termos deste Código deverão ser observados.

A CDN, seus colaboradores, parceiros, fornecedores, individual ou coletivamente, têm a responsabilidade de se comportar segundo este Código em todas as suas relações e difundir continuamente esta cultura e modo de agir. Todos os contratos de trabalho, de prestação de serviços, de fornecimento, e quaisquer outros contratos e documentos são integrados e estarão sujeitos a este Código.

Promover, praticar e cumprir as disposições deste Código de Conduta é de responsabilidade de todos da organização, em qualquer ação ou negócio que envolva os interesses da CDN.

C. Nosso jeito de agir: o que é certo, é certo!

A história da CDN foi construída por todos, mas as ações de cada indivíduo da organização têm e terão impacto significativo em nossa trajetória e podem ter efeitos devastadores em nossa imagem, reputação e bom-nome.

Por isso, devemos construir relações e adotar comportamentos de acordo com o que é certo1. Aqui abaixo listamos uma série de diretrizes que devem ser seguidas e disseminadas na nossa empresa por todos os nossos colaboradores. Essa lista não tem a pretensão de ser exaustiva. Quando um colaborador se vir diante de uma situação não prevista neste Código, é esperado dele que use sempre bom senso e procure seu gestor direto ou os demais canais de comunicação previstos neste documento. Em caso de dúvidas, deve ser consultado o item D2 deste Código.

Os líderes (gerentes e gestores em geral) exercem o papel fundamental e tem o dever de orientar seus colaboradores, zelar pelo cumprimento e difundir o conteúdo e os valores deste Código. Nossos líderes devem buscar o comprometimento e incentivar que a CDN e seus colaboradores se desenvolvam e promovam um ambiente de trabalho que favoreça o exercício permanente e contínuo dos valores previstos neste Código.

1. No ambiente de trabalho e fora dele

Respeito: as relações dentro do ambiente de trabalho devem ser respeitosas. Todas as pessoas são livres e têm direito à individualidade, privacidade e tratamento digno e justo, sem discriminação de qualquer natureza. Isto é essencial à criação de um ambiente saudável e harmônico, propício ao trabalho criativo e inovador e ao desenvolvimento de lideranças éticas.

1 [e]m que não há erro, verdadeiro, correto; que não é passível de dúvida; seguro; preciso, certeiro.

Diversidade: a cultura da CDN preza pela diversidade. Devemos respeitar pessoas de todas as regiões do Brasil, de todas as classes sociais, independentemente de orientação sexual, cor da pele, crenças e de todos os tipos de formação profissional e intelectual.

Hierarquia: todo colaborador da CDN, independente da sua função, departamento, cargo e salário, será tratado com respeito e atenção e terá sua contribuição reconhecida e respeitada, com direito a um ambiente de trabalho que promova seu desenvolvimento pessoal e profissional e liberdade de expressão.

Parentes: a indicação de parentes e amigos na CDN é uma prática comum e aceitável. Contudo, as áreas responsáveis deverão decidir pela seleção e contratação e examinar candidatos indicados em igualdade de condições com candidatos que estiverem buscando colocação na CDN por outros meios. Parentes que trabalham juntos ou em uma mesma equipe dentro da CDN devem se relacionar de forma profissional, respeitosa e dentro da conduta proposta pela organização neste Código. Em qualquer hipótese, mesmo mediante indicação, não é permitida a contratação de parentes para exercício de trabalho em subordinação direta a colaborador da CDN.

Parentes na Administração Pública: os colaboradores da CDN devem informar ao setor de RH se seu cônjuge, companheiro ou parente em linha reta ou colateral, por consanguinidade ou afinidade, até o terceiro grau, ocupa função de confiança, gerencial ou da alta administração de qualquer órgão ou entidade da Administração Pública, direta ou indireta, em todos os níveis da Federação. O RH manterá um cadastro atualizado dessas informações e encaminhará periodicamente ao departamento de Compliance.

Responsabilidades individuais: todos os nossos colaboradores devem ter postura de “dono”, ou seja, zelarem pela qualidade do trabalho, enxergando oportunidades, com visão de negócio e eliminando desperdícios, sempre buscando maneiras de fazer o nosso negócio crescer e se sustentar. Como “dono” é esperado que cada colaborador proteja o patrimônio da CDN e a sua imagem.

Despesas: a aprovação de despesas operacionais (táxi, alimentação, hotéis, passagens aéreas, entre outras) de cada colaborador deve ser feita, no mínimo, por seu superior imediato seguindo as regras e políticas da CDN.

Informações do dia a dia: cada colaborador deve ter atenção e cuidado com as informações gerenciados por ele. Guardar bem os documentos relativos às suas atividades, não deixando materiais confidenciais sobre as mesas. Computadores e celulares devem estar sempre protegidos com senha.

Atualização de dados pessoais: os colaboradores devem manter os seus dados pessoais junto à CDN sempre atualizados.

Sigilo de informações: nossos integrantes devem manter confidencialidade e o mais absoluto sigilo das informações não públicas sobre negócios, clientes, práticas, segredos comerciais, know-how, preços, operações e resultados financeiros da CDN, a qualquer tempo, inclusive após seu desligamento da organização. Todos os integrantes devem evitar divulgações, ainda que não oficiais (boatos de qualquer espécie), e não deverão fazer comentários a respeito de informações da CDN em locais públicos, buscando proteger a imagem da organização.

Propriedade intelectual: a propriedade intelectual é um ativo estratégico para a CDN, nela se incluem patentes, marcas registradas, know-how, informações técnicas de processo e mercado e informações de clientes. O resultado do trabalho de natureza intelectual e de estratégias gerados pelo colaborador é propriedade exclusiva da CDN Comunicação Corporativa Ltda.

Imagem e reputação: o comportamento de nossos colaboradores também compõe o valor da imagem da CDN. Portanto, nossos colaboradores são responsáveis pela nossa imagem e devem zelar cuidadosamente por ela devendo sempre agir de forma alinhada com os nossos princípios e valores.

Conduta fora da empresa: os integrantes da CDN devem ser criteriosos com sua conduta em ambientes públicos, ainda que em situações privadas, quando for possível identificar o colaborador como sendo integrante da CDN. Todos os colaboradores devem agir com prudência, não expondo tanto sua própria imagem quanto a imagem da organização, de forma negativa.

Bens e materiais: todos os colaboradores devem ter cuidado com os bens da CDN disponibilizados para a realização do trabalho. São exemplos de bens de propriedade da CDN: recursos financeiros, verbas orçamentarias, bens de propriedade intelectual, produtos e produções de áudio-vídeo, relatórios e documentos internos, informações confidenciais, veículos, materiais de escritórios, equipamentos em geral, telefones, tablets, computadores, software, imóveis. Informações impressas, relatórios e documentos confidenciais são de propriedade da CDN e não deverão ser compartilhados externamente sem autorização expressa.

Recursos digitais: o acesso a recursos digitais como internet, redes sociais, e-mail e celulares corporativos, rede interna, computadores e outros equipamentos tem como pressuposto a utilização principalmente para fins profissionais. Tais recursos não deverão ser utilizados para desempenho de atividades estranhas aos negócios da CDN, para o exercício de negócios externos, para a prática de jogos, trotes e atos discriminatórios. É vedado o uso destes recursos para divulgação de propaganda político-partidária, acesso ou divulgação de pornografia e prática de atividades ilícitas. A conta de acesso (login) à rede, computador, internet e copiadoras é pessoal e intransferível e a senha de acesso jamais deve ser compartilhada com outras pessoas, sejam da CDN ou de fora. A CDN se reserva o direito de monitorar o uso e acesso de todos os seus recursos e sistemas digitais e os usuários dos sistemas não devem ter expectativa de privacidade na utilização de tais sistemas e recursos.

Equipamentos móveis: no uso de equipamentos como, por exemplo, notebooks e smartphones, apenas informações estritamente necessárias para a tarefa devem ser disponibilizadas, sempre observando a confidencialidade, integridade e disponibilidade, evitando-se o vazamento de informações que podem impactar os negócios da CDN e de seus clientes.

Comportamento em redes sociais: as redes sociais são ferramentas importantes para a comunicação e fazem parte do dia a dia dos nossos profissionais. O acesso a redes e mídias sociais é permitido, mas sua utilização não deve contrariar as normas deste Código, prejudicar o desenvolvimento do trabalho ou a imagem da CDN ou de seus clientes. Devido ao impacto em nossos negócios, nossos colaboradores devem ser prudentes em relação ao que é dito ou escrito em redes ou mídias sociais. Os colaboradores devem deixar claro que não representam ou falam em nome da CDN. A CDN conta com uma área específica para esta tarefa.

Comunicação interna e externa: apenas profissionais indicados para exercer o papel de porta-vozes estão autorizados a falar em nome da CDN ou de suas unidades de negócios. Se um colaborador for procurado para dar informações, entrevistas, palestras ou escrever artigos em nome da CDN à algum veículo de comunicação, deverá informar seu superior.

Festas e confraternizações: é permitido celebrar e realizar eventos festivos para colaboradores e familiares na CDN. O comportamento nas festas e confraternizações deve respeitar os termos deste Código.

Leis e normas: respeitamos as leis federais, estaduais e municipais, assim como as normas estabelecidas pelos órgãos reguladores que se aplicam às diversas atividades da organização.

Engajamento político: a CDN respeita as convicções políticas de seus integrantes. Os colaboradores que se envolvam em atividades políticas e cívicas devem fazê-lo em sua esfera pessoal, sem qualquer tipo de associação com suas atribuições no âmbito da CDN. Essas atividades políticas devem ser exercidas fora do ambiente e do período de trabalho e sem utilização de recursos da CDN. É proibida a divulgação de qualquer propaganda política nas instalações da CDN.

Combate à corrupção: a CDN repudia qualquer atividade que possa caracterizar corrupção nos termos da legislação aplicável. Colaboradores envolvidos em casos de corrupção serão sujeitos a medidas disciplinares e demissão por justa causa. A CDN se reserva o direito de apurar quaisquer atos, suspeitos ou não, de corrupção ou lesivos à Administração Pública. São considerados atos de corrupção2 todos aqueles definidos no Código Penal, na Lei Anticorrupção (Lei 12.846/2013) e outros regulamentos aplicáveis.

2. Com nossos clientes

Valor: a CDN tem como compromissos a geração de valor aos seus clientes e o desenvolvimento de soluções que atinjam seus objetivos de comunicação e/ou de negócios.

Padrão de excelência: a relação que estabelecemos com nossos clientes deve corresponder aos nossos valores e prezar pela excelência. Devemos sempre apresentar informações detalhadas e orientar os clientes quanto aos produtos e serviços que oferecemos.

Relações entre empresas: a CDN deve manter contratos com clientes de acordo com as normas estabelecidas neste código. Atividades e relações de negócio que possam, por ventura, danificar a imagem e os princípios da CDN, ou representar um risco à organização, devem ser encerradas. A conduta na relação com cliente deve orientar-se pela observância das leis e práticas locais e internacionais.

Atendimento: o atendimento aos nossos clientes deve ser baseado no respeito mútuo de contratos, prazos e condições negociadas. Deve-se, além disso, respeitar a confidencialidade quanto a valores e estratégias de negócio que tenham sido compartilhadas conosco.

Pedidos de clientes: as demandas dos clientes devem ser consideradas e alinhadas com nossos recursos e prazos. Os objetivos e prazos estabelecidos entre as partes devem ser cumpridos.

Postura com o cliente: nossos colaboradores não deverão tirar proveito indevido da relação com o cliente ou agir com abuso de poder, agressão verbal, declarações falsas ou prática comercial injusta. Os nossos integrantes não devem usar o nome da CDN para benefício próprio ao lidar com nossos clientes, privados ou integrantes da Administração Pública, nacional ou estrangeira, direta ou indireta, de todos os níveis da Federação. Nossos clientes merecem atenção e respeito.

2 Entre outros: promessa, oferta ou doação, direta ou indireta, de vantagem indevida a agente público, praticar qualquer ato fraudulento em processos de contratação com o poder público, etc.

Oportunidade de negócios: é proibido fazer pagamentos impróprios, oferecer presentes e vantagens a qualquer pessoa ou empresa, com o intuito de facilitar, influenciar ou viabilizar a venda de nossos produtos ou serviços. Essa proibição se aplica a clientes privados ou integrantes da Administração Pública, nacional ou estrangeira, direta ou indireta, de todos os níveis da Federação.

Não-concorrência: nossos colaboradores não podem ser empregados, consultores, prestadores de serviço, acionistas, sócios ou se estabelecerem de qualquer forma em atividade concorrente com as da CDN. As oportunidades de negócio apresentadas por clientes ou potenciais clientes devem ser prontamente reportadas internamente e nossos colaboradores não poderão obter vantagem pessoal em decorrência dessas oportunidades de negócio.

3. Com parceiros

Presentes e vantagens: brindes institucionais por cordialidade, que não tenham a finalidade de obter benefícios ou de influenciar uma negociação, podem ser aceitos pela CDN. Os colaboradores da CDN não devem aceitar em seu nome (ou em nome de parentes) presentes sem aviso prévio ao seu superior imediato. Além disso, os colaboradores não devem aceitar, em seu nome ou em nome de parentes, presentes ou vantagens que tenham a finalidade de influenciar ou facilitar o fechamento de negócios com obtenção de privilégios indevidos. É vedado o recebimento de presentes em dinheiro.

Devolução de presentes: presentes ou brindes recebidos em desacordo com as condições estabelecidas neste Código deverão ser devolvidos à CDN e o departamento de Compliance definirá sobre sua destinação.

Atividades conflitantes: é proibida a realização de negócios ou tomada de decisão que reflita potencial conflito de interesse com a CDN. Os colaboradores da CDN não devem ter ou manter relação comercial com empresas cuja contratação da CDN seja de sua responsabilidade direta, ou que, por outros motivos, possa configurar conflito de interesses. Caso o colaborador tenha dúvidas se sua ação caracteriza conflito de interesse, o seu gestor deverá ser consultado, cabendo a ele a tomada de decisão em conformidade com os princípios estabelecidos neste código.

Vinculo societários: não é permitida a contratação de fornecedores que tenham entre seus sócios gestores familiares ou parentes do colaborador como responsável direto ou indireto por tal contratação.

Respeito com a contratada: nas relações com parceiros e contratados, o respeito e integridade devem ser preservados em nome da reputação da CDN. Os fornecedores devem ser avaliados por meio de critérios claros e em condição de igualdade, toda decisão deve ser sustentada técnica e economicamente.

Contrato com fornecedores: os fornecedores, prestadores de serviço e parceiros da CDN só podem exercer atividades mediante a existência de um contrato assinado por quem detém poderes para assinatura de documentos dessa natureza.

Aderência ao Código de Conduta: os fornecedores, prestadores de serviço e parceiros devem ter conhecimento dos princípios contidos neste Código. Qualquer ação ou comportamento em descumprimento das disposições deste Código podem motivar rescisão contratual. Além disso, os fornecedores devem atender às exigências legais e respeitar a legislação anticorrupção aplicável. Tais disposições devem ser refletidas nos contratos firmados com terceiros (ex.: cada fornecedor ou parceiro) e este Código de Conduta será parte obrigatória de todo e qualquer contrato firmado pela CDN. A assinatura do respectivo contrato implicará em total adesão a este Código de Conduta.

Confidencialidade: os contratos com fornecedores ou parceiros deverão conter disposições quanto à confidencialidade de informações de clientes e/ou da CDN.

Atividade política: as regras de atuação política designadas aos colaboradores se aplicam também aos parceiros no exercício das suas atividades nas dependências da CDN.

4. Com a comunidade, associações de classe e País

Respeito aos órgãos reguladores: a CDN condena ações que possam ser interpretadas como anticompetitivas, monopolistas ou contrárias às leis nacionais que regulam as práticas comerciais. A CDN zela pelos procedimentos e ações determinadas pela lei e pelos órgãos reguladores.

Concorrência desleal: devemos superar a concorrência através de criatividade, inovação, execução perfeita e trabalho duro, e não mediante práticas de negócio ilegais ou antiéticas. Nossos colaboradores devem agir de forma ética e leal em relação aos nossos concorrentes. Não é permitida a divulgação de assuntos ou informações não públicas que denigram a integridade e reputação de empresas concorrentes da CDN. Acreditamos no livre mercado e não utilizamos de qualquer meio de manipulação, ocultação, declarações falsas ou qualquer outra prática desleal.

Sindicatos de classe: a CDN reconhece as entidades sindicais como representantes dos seus colaboradores e busca sempre harmonizar os seus interesses com os da organização.

Associações: a CDN não autoriza que associações atuem em seu nome na defesa de interesses ilegais ou ilegítimos. Somente pessoas formalmente autorizadas pela CDN poderão representá-la junto à associações e sindicatos patronais.

Visitas às instalações da CDN: visitas de terceiros (estudantes e interessados) são permitidas para fins institucionais. As disposições deste Código devem ser observadas nessas visitas.

Patrocínios e doações: não é permitido à CDN realizar patrocínios e doações de natureza política para candidatos ou partidos políticos ou associações a eles vinculadas. A CDN entende a importância de seu papel na sociedade e, desta forma, poderá realizar doações, patrocínios ou outras formas de incentivo às comunidades, por meio de entidades não governamentais idôneas e que visem dar apoio à cultura, à educação e ao meio ambiente. É igualmente vedado o oferecimento de presentes, brindes e hospitalidades a agentes públicos em geral, assim definidos como qualquer pessoa que ocupe cargo ou função em órgãos ou entidades da Administração Pública, nacional ou estrangeira, direta ou indireta, em todas as esferas.

Relações com governo: a CDN respeita a autoridade da Administração Pública, em todas as esferas, e sempre manterá relacionamento construtivo com tais autoridades conforme leis e normas vigentes. As informações prestadas aos órgãos da Administração Pública devem ser sempre exatas e completas, de acordo com os requisitos estabelecidos.

Imprensa: a CDN mantém relacionamento com os diversos órgãos da imprensa baseado na transparência e respeito. Nossos colaboradores não devem fornecer informações sobre a CDN à imprensa sem o envolvimento e aval das áreas de comunicação da organização. É terminantemente proibida comunicação inadequada, divulgação de dados confidenciais e publicação de opiniões injuriosas, caluniosas ou que denigram a imagem de terceiros. Nenhum parceiro ou prestador de serviço da CDN está autorizado a se manifestar à imprensa em nome da organização.

5. Com o meio ambiente

Conscientização ambiental: a CDN valoriza a conscientização ambiental de seus integrantes e busca seguir as melhores práticas sobre o tema.

6. Contabilidade e auditoria

Registros contábeis: os registros contábeis precisam refletir de forma precisa as operações da CDN. As transações financeiras e comerciais efetuadas pela CDN deverão estar corretamente transcritas nos livros e registros. Nenhum colaborador da CDN poderá fazer acordos financeiros irregulares com parceiros, realizar registros contábeis sem lastro em operações verdadeiras ou deixar de registrar registros contábeis quando da realização de tais operações.

Garantia dos registros: a garantia dos registros é de responsabilidade de todos os integrantes da organização. Todos os balanços e demais demonstrações financeiras devem ser suportadas por documentação apropriada e correta. Orçamentos devem ser completos e fidedignos.

Relatórios financeiros: é importante que todos os relatórios financeiros sejam claros e entregues conforme demanda da CDN para as auditorias. A CDN respeitará a legislação corrente e não permitirá iniciativas que visem sonegar impostos, burlar leis, normas fiscais e monetárias aplicáveis. Os pagamentos devem ser feitos apenas à pessoa física ou jurídica que realmente forneceu os produtos/serviços correspondentes e no país do fornecedor (onde ele mantém seus negócios ou o serviço foi prestado). A documentação relativa a todo e qualquer pagamento realizado ou recebido deverá ser disponibilizada à área financeira e contábil e deverá permanecer em arquivo pelo tempo exigido por lei ou por regulamento aplicável.

7. Práticas não aceitáveis

- É expressamente proibida qualquer atividade que concorra com os negócios ou que seja conflitante com os interesses da CDN.
- É proibida a comercialização de mercadorias de interesse particular nas dependências da CDN.
- É proibido o envolvimento da CDN em atividades político-partidárias e uso do nome da CDN em atividades político-partidárias.
- Assédio moral e sexual são práticas inadmissíveis dentro da CDN, passíveis de processo criminal, além de punições e demissão por justa causa.
- É inadmissível discriminar a origem política, social, econômica, nacional, ou com base em cor, religião, classe social, gênero, idade, característica física ou deficiência.
- São proibidos todos atos de intimidação, ofensas ou agressões (físicas e verbais).
- É proibido o porte de arma de qualquer natureza nas dependências da CDN.
- É vedado o uso de drogas dentro do ambiente de trabalho.
- É vedado o pagamento ou o oferecimento de qualquer benefício a autoridades governamentais, nacionais ou estrangeiras, para qualquer motivo.
- É proibida a prática de qualquer ato considerado lesivo à Administração Pública, nacional ou estrangeira, assim definido pela Lei Federal nº 12.846/2013;
- Erradicação do trabalho infantil e escravo: Não permitimos o envolvimento de menores de idade em atividades que possam ser caracterizadas como vínculo empregatício ou trabalho infantil, salvo a contratação de aprendizes nos termos da lei. Também não permitimos qualquer tipo de relação trabalhista que possa ser caracterizada como de trabalho escravo ou análogo à escravidão, tanto na CDN quanto em relação aos nossos fornecedores e parceiros.
- Não é admitido o uso do cargo, de ferramentas de trabalho ou de informações privilegiadas para pedir favores, obter vantagens ou usufruir de benesses indevidas.

D. Gestão do Código

As informações sobre este Código estão disponíveis em: www.cdn.com.br

1. Gestão

Este Código de Conduta será gerido por meio da criação de um Comitê de Compliance. O Comitê de Compliance fornecerá diretrizes para interpretação de qualquer disposição do Código. Este trabalho pode incluir consulta com outras áreas da CDN.

Este comitê irá responder ao conselho diretivo da CDN e terá como principais objetivos:

- promover a disseminação deste documento aos integrantes da CDN;
- organizar treinamento periódicos e seminários internos de conscientização sobre este Código e temas correlatos para colaboradores em geral;
- atualizá-lo conforme novas demandas e solucionar dúvidas e dilemas de interpretação sobre o Código;
- esclarecer dúvidas e responder perguntas;
- receber denúncias e investigar casos em que o descumprimento das regras tenham sido reportados;
- assegurar o anonimato para os casos de denúncia não identificada, impedindo qualquer tipo de represália ao denunciante;
- monitorar o compromisso com o respeito a esse Código pelos colaboradores, fornecedores e parceiros da CDN, e
- adotar punições e a tomada de resoluções nos casos em que se comprovar o descumprimento das regras.

2. Dúvidas e reportes

Qualquer conduta suspeita que possa representar descumprimento da lei, deste Código, de qualquer outra política corporativa, além de práticas contábeis e financeiras indevidas ou suspeitas devem ser imediatamente reportadas. O reporte de condutas suspeitas não é só a coisa certa a se fazer, mas também é o que se espera e se exige nos termos deste Código.

Na procura por orientação ou reporte de preocupações ou suspeitas, existem diversos canais disponíveis para garantir que a pergunta, problema ou receio seja endereçado de maneira correta e efetiva:

- Superiores diretos: nós encorajamos o contato com os superiores como primeira tentativa de orientação ou de reporte, mas não é obrigatório e o colaborador poderá buscar diretamente o departamento de Compliance.
- Gestores seniores da CDN: também é possível encontrar ajuda a partir de um gestor sênior da CDN.
- Departamento de Compliance: o departamento de Compliance da CDN é um canal efetivo para a comunicação de dúvidas ou receios e o anonimato é garantido.
- Fórum Permanente de Compliance: a CDN manterá um fórum permanente de compliance para responder perguntas, solucionar dúvidas e questionamentos e receber denúncias e reportes por meio do e-mail: conduta@grupoabc.com

Sigilo: Todas as perguntas ou comunicações podem ser feitas de forma anônima, a critério do colaborador, através do Canal de Conduta. A CDN se compromete a manter sigilo sobre a identidade do colaborador.

Não-retaliação: Não será permitida nenhuma forma de retaliação aos integrantes da CDN caso apontem evidências de ações que infrinjam as regras deste Código.

3. Investigações de descumprimento

A CDN investigará qualquer alegação de violação a este Código, tomando todas as medidas necessárias para apurar os fatos e determinar se, de fato, houve comportamento antiético, em descumprimento da lei, deste Código ou de qualquer outra política da CDN Comunicação Corporativa Ltda.

Os colaboradores que descumprirem as leis, este Código e as políticas da CDN estarão sujeitos a medidas disciplinares. Tais medidas disciplinares podem incluir rescisão do contrato de trabalho por justa causa, sem prejuízo às medidas necessárias para remediar eventuais perdas da CDN, além de consequências nas esferas criminal e civil.

4. Alterações e modificações

Alterações e modificações deste Código serão disponibilizadas a todos os empregados por meio digital e/ou físico, conforme necessário. Sempre haverá uma via digital desta política disponível aos colaboradores na intranet.

Na eventualidade de o Grupo ABC vir a estabelecer um Código de Conduta para todas as empresas, este deverá prevalecer e as medidas de adaptação serão adotadas e informadas oportunamente a todos.